Para quem é funcionário contratado por uma empresa, o caminho para a retenção do INSS é simples, quase passa despercebido, é descontado diretamente da folha de pagamento. Mas para os chamados “autônomos” o caminho é diferente e envolve a emissão de um pequeno boleto para ser pago como contribuição. É sobre a Guia de Previdência Social, a GPS, que vamos falar agora.

O que é GPS – Emissão Guia da Previdência Social

A GPS é um documento de pagamento, emitido pela previdência social, que pode ser paga em bancos, casas lotéricas (se o valor não exceder R$ 1.000,00) e emissários. Quem preferir pode comprar o carnê, com os boletos prontos para serem preenchidos, em lotéricas.

Seus principais usuários são aqueles que não tem vínculo empregatício em carteira, como autônomos e empregados domésticos, por exemplo. Nesse caso, para se obter a aposentadoria integral, deve se contribuir com a guia regularmente ou pagar o período trabalhado.

O documento é facilmente encontrado na Internet o preenchimento de seus campos é fácil. O boleto possui 12 campos, onde apenas seis são escritas pelo contribuinte:

  • Nome / Fone / Endereço:  Aqui se escrevem nome e/ou razão social completos, além de endereço e telefones atualizados para contato.
  • Código de pagamento: para que o pagamento seja computado de maneira correta, deve-se identificar de maneira correta o contribuinte, de acordo com uma série de códigos presentes no site da instituição (link: http://www8.dataprev.gov.br/e-aps/servico/264)
  • Competência: deve-se especificar aqui o mês a que a Guia se refere. Cada boleto representa um mês, a ser preenchido no formato mm/aaaa.
  • Valor do INSS: Valor a ser debitado de acordo com a tabela de contribuição (ver abaixo).
  • Total: deve-se aqui repetir o mesmo valor do espaço “valor do INSS”

Impresso o boleto GPS (Guia da Previdência Social) e redigido tais dados corretamente, os valores podem ser pagos.

GPS - Guia da Previdência Social

Cálculo da GPS – Guia da Previdência Social

O cálculo da GPS se baseia na tabela INSS, que divide as alíquotas de acordo com a faixa de renda. O valor mínimo é de 8% do rendimento mensal – salário até R$ 1.247,70 – até o teto de 11%. O valor pode ser pago retroativamente, porém pagamos anteriores a cinco anos são prescritos e perdem sua validade.