O Microempreendedor Individual (MEI) e o INSS

Se você está pensando em formalizar sua atividade informal junto ao governo, saiba que, se você gera receita de até 60 mil reais por ano e realiza uma das quinhentas ocupações que podem se beneficiar do sistema de Microempreendedor Individual, dentre eles temos ambulante, vendedora de cosméticos, cabeleireira, manicure, artesão, fabricante de bijuterias, costureira, sapateiro, borracheiro e demais profissões autorizadas, saiba como é extremamente simples.

O MEI fica livre do pagamento de impostos para o governo federal e tem alíquotas mínimas para as outras contribuições. O custo da previdência social (INSS) é de ínfimos R$ 33,90 (5% sobre o salário mínimo vigente), R$ 1,00 de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços) e R$ 5,00 sobre de ISS. Ou seja, o custo máximo que o prestador pagará para formalizar sua empresa é de R$ 39.90 por mês.

 

MEI - Microempreendedor Individual

MEI – Microempreendedor Individual

A lei ainda possibilita ao Microempreendedor Individual a contratação de um empregado, remunerado até um salário mínimo ou piso da categoria. Para isso é importante assinar a carteira de trabalho e preencher mensalmente a guia de recolhimento do fundo de garantia sobre tempo de serviço (FGTS) e informações previdenciárias (GFIP). A despesa total com o ajudante será de R$ 68,42, sendo R$ 18,66 para a previdência social (INSS), referente a 3% do salário mínimo vigente. E 49,76 referente aos 8% do FGTS.

O plano de Microempreendedor Individual é a porta de entrada para sua empresa ao Simples Nacional. Ao crescer e faturar, sua empresa irá gradativamente pular de faixa, de MEI para ME e por aí vai, até o limite de R$ 3,6 milhões.